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segunda-feira, 18 de maio de 2009

"MEIO-DIA E MEIO" OU "MEIO-DIA E MEIA"?

Já parou para pensar?

Aqui trabalhamos com a lógica.
O meio-dia é a metade do dia (doze horas), momento que divide o dia em duas partes iguais e em que o Sol está no zênite (1).
A meia (ou meio) refere-se à hora e não ao dia.
Portanto, diz-se: “meio-dia (relativo às doze horas) e meia (metade de uma hora)”.


(1) http://www.priberam.pt/

4 comentários:

  1. Quanto à concordância em gênero, a explicação é clara. Mas, quanto à concordância em número? A expressão traz a conjunção aditiva "e". Diz-se então "É meio-dia e meia" ou "São meio-dia e meia"?

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  2. É meio-dia e meia.
    Por quê?
    Dizemos "É dia", "É noite", "É meio". Se fossem dois meios (dias) seriam "são" e não "é".
    Da mesma forma dizemos "É meio metro" e não "São meio metro".

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  3. Não discordo do que diz Maria da Glória Perez, no entanto considero a explicação meio obscura.
    Isto porque não dizemos realmente SÃO MEIA HORA, no entanto há que se considerar que neste caso temos o E, unido o MEIO DIA e o MEIO, então deveria ser combinado às duas palavras, e não somente à primeira (meio dia) ou a segunda (meio).
    Estudando o caso, diria SÂO MEIO DIA E MEIO.

    ResponderExcluir
  4. Aprendi, que MEIA, e só para os Pés !

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ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
Praia, sol, mar... plantas, flores, frutos, floresta, morros, cachoeiras, rios... a natureza em todas as suas potencialidades. O belo, próximo. Itanhaém, meu paraíso.

QUEM SOU EU

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Já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, em que as coisas se transformam e ganham vida. Sempre mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto, colho, podo, cozinho, preparo conservas, planejo, crio, invento, pinto e bordo, sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida torna-se viva, pulsante.

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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